Castelo de Almourol – Aberto

Em atualização · Programa a anunciar

Recriação Histórica — Vila Nova da Barquinha

Almourol Templário 2026: O Assalto

O regresso à Idade Média já tem data, 26 e 27 de setembro. O programa completo está a chegar, e vais vê-lo aqui primeiro.

Por Beatriz d'AlmourolAtualizado 17 julho 2026Página em atualização
Quando26 – 27 Setembro 2026Sábado e domingo · datas confirmadas
OndeCastelo de AlmourolIlha no Tejo · Ver no mapa →
EntradaPor anunciarAcessos e preços a confirmar
Momento altoO Assalto ao casteloRecriação do cerco à fortaleza

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Seja o primeiro a saber

Deixe o seu email e avisamos assim que a organização revelar o programa completo, os concertos e os horários do Almourol Templário 2026.

Prepara a armadura, mas ainda com calma. Já é oficial: nos dias 26 e 27 de setembro de 2026, o Castelo de Almourol, a fortaleza templária plantada numa ilha no meio do Tejo, volta a recuar uns bons séculos com o Almourol Templário: O Assalto. As datas estão fechadas. O que ainda não saiu é o programa detalhado, com as horas de cada coisa, os concertos e os nomes. Assim que a organização revelar tudo, é aqui que vais ficar a saber primeiro.

O que já se conhece

O que te espera no assalto

Do que já se sabe, dá para ir ganhando vontade. O grande momento vai ser o assalto ao castelo, a recriação do cerco à fortaleza, com combate e muito fumo à mistura. À volta disso, são dois dias inteiros de Idade Média a céu aberto.

O Assalto ao casteloA recriação do cerco à fortaleza, com combate e muito fumo à mistura. O momento que dá nome à festa.
Mercado medievalTasquinhas e artesãos a trabalhar ali à frente.
Acampamento militar e civilA vida no tempo dos Templários, recriada ao pormenor.
FalcoariaAves de rapina em demonstração de voo.
Esgrima e combatesDuelos e demonstrações de armas antigas.
Tiro com arco e bestaPontaria à moda medieval.
CoquinariaA cozinha medieval feita à moda antiga.
Danças, artes e ofíciosMúsica e mãos na massa ao longo do recinto.
Concertos e workshopsPalestras, workshops e experiências imersivas nos dois dias.

Antes de marcar

Boa nota para quem já quer planear

O Castelo de Almourol fica numa ilha, e a travessia faz-se de barco a partir da margem, em Vila Nova da Barquinha. Os horários, os acessos e os preços do evento ainda vão ser anunciados, por isso vale a pena não marcar nada em cima da hora.

O Almourol Templário: O Assalto está confirmado para 26 e 27 de setembro de 2026, no Castelo de Almourol. Falta só o programa completo, e nós avisamos-te mal ele saia. Vai ficando com a armadura à mão.

Programação

O programa, hora a hora

Programa a anunciar

As datas já estão fechadas — 26 e 27 de setembro. Faltam as horas de cada atividade, os concertos e os nomes. Subscreva e avisamos assim que a organização revelar tudo.

Avisem-me quando o programa sair →
Almourol Templário em vídeo — para ir ganhando vontade.

Como chegar

Onde acontece

Travessia de barco
Cais de embarque · Vila Nova da Barquinha
Ver direções →

A poucos minutos

Para juntar à visita

Se está a planear visitar o Castelo de Almourol entre 3 e 6 de julho de 2026, precisa de adiar a viagem.

 

Em fevereiro foi a água. Agora é o sol. O rio Tejo que em fevereiro subiu e engoliu tudo à volta da ilha está hoje sereno — mas o céu não dá tréguas. E, mais uma vez, o Almourol vai ficar de portas fechadas por uns dias.

Na sequência da Situação de Alerta declarada pelo Governo em todo o território continental, devido às temperaturas elevadas que se fazem sentir, o Castelo de Almourol encontra-se encerrado ao público entre os dias 3 e 6 de julho de 2026. Se tinha uma visita marcada para estes dias, precisa de ajustar o seu plano.

Castelo de Almourol

Castelo de Almourol

O Que Foi Declarado

A Situação de Alerta foi declarada para todo o Portugal continental e vigora desde as 00h00 de sexta-feira, dia 3 de julho, até às 23h59 de segunda-feira, dia 6 de julho. É o Governo a reconhecer, de forma oficial, que o calor destes dias representa um risco real para as pessoas – e a pedir a todos que redobrem os cuidados.

No concelho de Vila Nova da Barquinha, o presidente da Câmara Municipal, Manuel José Coimbra Mourato, determinou através do Despacho n.º 40/2026 que, enquanto durar a Situação de Alerta, não se realizam eventos culturais e desportivos no concelho entre as 9h00 e as 18h00 – precisamente as horas em que o sol aperta mais.

É neste enquadramento que a visita ao castelo – que decorre ao ar livre, com passeio de barco pelo Tejo e subida às muralhas expostas ao sol – fica suspensa durante estes quatro dias.

• Interdição das visitas ao Castelo de Almourol:

De sexta-feira, 3 de julho, a segunda-feira, 6 de julho

Encerrado ao público durante todo o período de alerta

 

Castelo de Almourol

Experiências – Castelo de Almourol

Porquê Fechar um Castelo por Causa do Calor?

Pode parecer estranho fechar um monumento que resistiu a oito séculos e meio de tempestades por causa de uns dias de sol. Mas a visita a Almourol não é uma visita qualquer. Faz-se de barco, ao ar livre, subindo depois pelas pedras do século XII até ao topo da torre de menagem, com poucas sombras pelo caminho. Com as temperaturas previstas, expor visitantes a essas condições nas horas de maior calor seria arriscar a saúde de quem nos vem visitar. A Direção-Geral da Saúde recomenda mesmo evitar a exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.

O castelo, esse, continua onde sempre esteve. Impassível na sua ilhota, a olhar o rio, à espera. Como já esperou pelas águas de fevereiro a baixarem, espera agora que o calor abrande. E, assim que a Situação de Alerta terminar, as visitas voltam a acontecer.

Se Está de Visita à Região Nestes Dias

O alerta não tem de estragar a viagem — só pede bom senso. Beba muita água, evite o esforço e a exposição ao sol entre as 11h00 e as 17h00, procure a sombra e proteja as crianças e os mais idosos. E aproveite estes dias para descobrir a região a um ritmo mais fresco: as igrejas e os museus, um passeio por Constância ou pelo Parque de Escultura Contemporânea, e a gastronomia ribeirinha do Ribatejo à mesa de um bom restaurante à sombra.

O Castelo de Almourol vai continuar aqui, no meio do Tejo, exatamente como está há mais de 850 anos. Marque a sua visita para os dias seguintes e volte quando o rio brilhar outra vez ao entardecer — que é, afinal, a melhor hora para o ver.

 


Estado do monumento atualizado diariamente em welcome-to.pt/castelo-de-almourol-aberto-ou-fechado

 


Informações e Reservas: 📞 +351 927 228 354 📧 posto.turismo@welcome-to.pt 🌐 welcome-to.pt/castelo-de-almourol 💶 10€/pessoa | Duração: 1h45

O encanto de Vila Nova da Barquinha: O roteiro do GIRO

Vila Nova da Barquinha, mas pelos olhos do GIRO foi apaixonar-me por ela. Há terras especiais e esta é, garanto-vos, uma dessas.

O programa GIRO, da Record Europa, dedicou um episódio inteiro a esta vila ribeirinha do Ribatejo – “O encanto de Vila Nova da Barquinha” (E7, 22 de junho de 2026) – e nós não resistimos a seguir o roteiro, passo a passo. Pequena no mapa, enorme na história, com o Rio Tejo a correr-lhe ao lado como quem guarda um segredo, esta é daquelas descobertas que apetece partilhar com toda a gente. Do passado místico dos templários à paz de um barco solar (com supresas!), do castelo mais cinematográfico de Portugal à mesa que sabe a Tejo, este é o melhor de Vila Nova da Barquinha num só dia.

📺 Veja a reportagem completa: GIRO — O encanto de Vila Nova da Barquinha (Record Europa)

Onde fica Vila Nova da Barquinha

Plantada no centro de Portugal, no distrito de Santarém, Vila Nova da Barquinha é uma vila ribeirinha do Médio Tejo onde o dinamismo do presente convive com séculos de história. E se há coisa que se sente mal se põe o pé cá, é isto: a pressa dá lugar à contemplação e cada esquina guarda um segredo antigo. É uma comunidade que preserva a sua identidade com orgulho – e que, a pouco mais de uma hora de Lisboa, oferece a quem chega muito mais do que se adivinha. O concelho cabe num dia, mas fica connosco muito depois.

Centro de Interpretação Templário de Almourol: a viagem começa em terra

Como no GIRO, a minha viagem começou em terra, no Centro de Interpretação Templário de Almourol, no coração da vila. Mais do que um museu, é o ponto de partida para uma verdadeira viagem no tempo, onde a história da Barquinha se cruza com o mito dos Cavaleiros Templários.

Fundada no século XII na sequência das Cruzadas, a Ordem dos Templários reunia monges e soldados – uma elite militar temida nos campos de batalha e poderosíssima na construção e edificação do nosso território. Em Portugal, foram grandes aliados de D. Afonso Henriques na Reconquista, garantindo a defesa da linha do Tejo e utilizando esta vantagem estrategica natural para a edificação de vários castelos, Almourol entre eles. Aqui decifram-se símbolos e códigos de uma história que, séculos depois, ainda não foi totalmente desvendada. E houve um momento que não vou esquecer: pegar num escudo de cavaleiro e sentir, no braço, o peso de quem defendia estas margens. Curiosidade que fica: a célebre Cruz vermelha da Ordem viria, mais tarde, a marcar as velas das caravelas portuguesas.

O passeio num barco solar: a forma mais bonita de chegar a Almourol

Do cais junto a Tancos, vila de onde partem, todos os dias, o barcos que vai fazer a ligação a ilha de Almourol – 20 minutos a descer, cerca de 15 minutos na volta, a favor da corrente, tempo de sobra para encher os olhos. Mas a forma como o GIRO fez a travessia é a que vos recomendo de coração: a bordo de um barco solar da TRITEJO, movido inteiramente a energia do sol.

Sem motores convencionais, o que se ouve é o silêncio – só interrompido pelo bater da água e pelos pássaros. É quase impossível não ficar comovido. Durante séculos, o Tejo foi a grande autoestrada de Portugal: por aqui passavam as mercadorias do reino, o peixe que alimentava as populações ribeirinhas e os soldados que defendiam as fronteiras. Hoje o ritmo mudou e o rio vive sobretudo do lazer, do turismo e do desporto, mas continua a ser a alma e o orgulho desta região. Deslizar sobre ele em silêncio, com o castelo a crescer ao fundo, foi – e digo-o sem exagero, um dos momentos mais bonitos da viagem.

Epic Sunset @ Castelo de Almourol

Castelo de Almourol: 855 anos no meio do Tejo

E então chega-se a Almourol e fica-se sem palavras. Um gigante de pedra a meio de uma ilha, no meio do Tejo, que parece saído de um livro de contos de fadas. É um dos castelos mais bonitos e cinematográficos de Portugal e também um dos mais bem conservados, em parte porque o rio, durante séculos, foi o melhor dos obstáculos a quem o quisesse alcançar.

A fortaleza que hoje vemos nasceu sob a liderança de D. Gualdim Pais, grão-mestre dos Templários em Portugal, que aqui aplicou os conhecimentos de arquitetura militar mais avançados da época. As suas nove torres circulares e a imponente torre de menagem faziam dela uma das fortalezas mais fortes do reino. Reparei num pormenor genial: como o objetivo era exclusivamente a defesa, a porta de entrada ficava no alto. Romanos, visigodos, mouros e templários – todos passaram por aqui e todos deixaram marcas.

Mas Almourol não vive só de estratégias de guerra, e esta foi a parte que mais me encantou. Isolado nas águas do Tejo, tornou-se cenário de mitos e lendas de amor que atravessaram gerações: reza a tradição que aqui foram acolhidas as princesas Polinarda e Miraguarda, confesso, senti-me um bocadinho princesa também. Monumento nacional há mais de um século e hoje finalista das Novas 7 Maravilhas de Portugal, esta sentinela de pedra celebra, em 2026, 855 anos a desafiar o tempo.

Castelo de Almourol erguido sobre a ilha no meio do Rio Tejo, em Vila Nova da Barquinha

Igreja de Nossa Senhora da Atalaia: a joia escondida que faz 100 anos

De regresso a terra firme, percebi que o concelho ainda guardava surpresas. A Igreja de Nossa Senhora da Atalaia, também com título de Monumento Nacional, foi uma delas. Mandada erguer no século XVI por D. Pedro de Castro, primeiro Conde de Monsanto, reflete o poder e a sofisticação da nobreza da época. O seu portal principal é uma obra-prima da transição do Manuelino para o Renascimento, esculpido com uma riqueza de detalhe que sobreviveu intacta ao longo dos séculos.

Se a fachada impressiona, o interior cortou-me a respiração: murais de azulejos azuis e amarelos revestem quase a totalidade das paredes. Atribuída a João de Castilho – o mesmo mestre do Convento de Cristo, em Tomar, muitos acreditam que terá sido um ensaio técnico antes daquela obra grandiosa. Classificada como Monumento Nacional desde 1926, esta joia renascentista celebra agora o seu centenário: cem anos de proteção oficial a um património que surpreende quem se desvia dos roteiros mais conhecidos.

Comer à beira-Tejo: a gastronomia ribatejana

Não se conhece a Barquinha sem se sentar à mesa – e foi aqui que o coração (e o estômago) ficaram completamente rendidos. Há meio século que a Adélia escolheu esta vila para viver e há mais de duas para a encher de sabor. Entrar na Tasquinha da Adélia é sentir o verdadeiro aconchego ribatejano: ovos com farinheira, uma tábua de queijos e enchidos, chouriço assado de chorar por mais e, nos pratos principais, o conforto do frango com esparguete e a estrela da casa – petinga frita com arroz de feijão malandrinho. Para fechar, pudim de ovos e uma tigelada divina.

Já o Restaurante Stop foi uma surpresa às margens da boa cozinha: salada de polvo fresquíssima, a combinação certeira de queijos, enchidos e compotas, guias fritas crocantes, lombinhos de fataça com açorda de ovas e um arroz de bacalhau com farinheira e ovo escalfado, tudo regado com os melhores vinhos da região. A doçaria conventual – pão-de-rala e encharcada de ovos – fechou uma viagem de puro sabor. E estes sabores do rio ganham, em junho, festa própria na Feira do Tejo – mais um motivo para voltar.

RESTAURANTES EM VILA NOVA DA BARQUINHA

RESTAURANTES EM VILA NOVA DA BARQUINHA

Arte urbana: quando o betão ganha rosto

O que mais me surpreendeu é que esta vila de história antiga é também um ponto de encontro para a criatividade, casando a herança das artes tradicionais com a irreverência da arte contemporânea. O exemplo maior é o imponente mural do consagrado artista Vhils, esculpido diretamente na parede pela sua inconfundível técnica de “destruição criativa”: um rosto que humaniza o betão e que me obrigou a parar e a pensar na memória, no tempo e nas gentes que dão vida a esta terra.

Onde dormir em Vila Nova da Barquinha

Para viver o concelho com tempo, o melhor é ficar no centro de tudo. A estadia pode dividir-se entre dois ambientes que se complementam: na River House, um espaço moderno e criativo, com quartos onde o conforto se cruza com a arte; na Nature House, o foco vai todo para o relaxamento, numa simbiose entre modernidade e bem-estar. Servem a dois, em família ou com amigos e o pequeno-almoço, fresco e generoso, deu-me a energia certa para começar o dia a explorar.

A oferta turística do concelho num só dia

Se ainda tinham dúvidas, aqui fica o resumo do que descobri: num só concelho cabe o património (o Castelo de Almourol, a Igreja da Atalaia, o Centro Templário), o rio e a natureza (os passeios de barco e a magia do barco solar), a gastronomia ribeirinha, a arte urbana e alojamento de charme para ficar mais do que um dia. Vila Nova da Barquinha tem, honestamente, tudo para encantar – tal como o GIRO.

Planeie a sua visita ao Castelo de Almourol

Horário de Inverno (até fevereiro): 10h00 – 17h30, todos os dias. Horário de Verão (março a setembro): 10h00 – 18h30, todos os dias.

A visita inclui o passeio de barco e a entrada no interior do castelo, com partida do cais de embarque em Tancos. Tem marcação obrigatória, dura cerca de 1h45 e custa 10€ por pessoa. Não são permitidos animais de estimação.

🌐 welcome-to.pt/castelo-de-almourol   📞 +351 927 228 354   📧 posto.turismo@welcome-to.pt


Estado do monumento atualizado diariamente em welcome-to.pt/castelo-de-almourol-aberto-ou-fechado. Mais informação sobre a vila no portal da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha. Reportagem “O encanto de Vila Nova da Barquinha”, do programa GIRO, da Record Europa.

Vale a pena? Vale cada minuto

Vila Nova da Barquinha é daqueles segredos bem guardados de Portugal – e depois de a viver pelos olhos do GIRO, só vos posso dizer uma coisa: vão. Junta num só dia o silêncio de um barco solar, a história de uma das ordens mais misteriosas da humanidade, um castelo a meio do rio e uma mesa que sabe a Tejo. Reserve o vosso passeio a Almourol, levem apetite e deixem a pressa em casa. Esta é uma vila para se sentir, não para se atravessar e, acreditem, vai ficar no coração.

Welcome-to Vila Nova da Barquinha

Welcome-to Vila Nova da Barquinha

Castelo de Almourol – Aberto


Se está a planear visitar o Castelo de Almourol nos dias 25 e 26 de abril de 2026, precisa de ajustar o seu plano.

 

O município de Vila Nova da Barquinha vai implementar cortes de trânsito, restrições de acesso e encerramentos temporários devido às comemorações do Dia da Liberdade e ao evento BTT “Almourol à Vista”. Durante várias horas, não será possível visitar o castelo nem circular livremente em zonas próximas.


No dia 25 de abril, a Corrida da Liberdade provoca cortes junto ao castelo entre as 09h30 e as 11h00. A Avenida dos Plátanos fica condicionada entre as 06h00 e as 13h00, com impacto em várias ruas do percurso. Durante esse período, o castelo encerra ao público. No dia 26, as restrições são mais extensas. O cais de acesso ao castelo fecha totalmente entre as 10h00 e as 14h00. A Avenida dos Plátanos tem cortes entre as 09h00 e as 17h00 e a Rua 25 de Abril sofre condicionamentos durante a manhã. O castelo só reabre depois das 14h00. A área de serviço de caravanas também encerra entre 24 e 26 de abril, o que afeta quem viaja com este tipo de veículo. O eventos já faz parte do calendário de participantes da modalidade e atraem centenas de pessoas. Dados de 2024 e 2025 mostram que iniciativas deste tipo aumentam o fluxo turístico local em cerca de 8%. Isso traz mais movimento, mais consumo e impacto direto no comércio e restauração.

• Interdição das visitas ao Castelo de Almourol:

Dia 25: Entre as 09h30 e as 11h00

Dia 26: Entre as 00h00 e as 14h00

 

A red CP locomotive pulls a long blue luxury passenger train along a scenic railway track beside a wide river, with a historic Almourol Castle perched on a hill in the background under a clear sky.

A CP locomotive leads a scenic train ride past the iconic castle of Almourol, gliding along the Tagus River in Portugal.


Estes dias trazem limitações, mas também mostram a região com mais vida mas se prefere uma visita tranquila, escolha outra data. Se quer ver o território em movimento, aproveite o momento. Planeie horários, respeite a sinalização e evite deslocações desnecessárias. Ver o Castelo de Almourol ao vivo continua a ser a melhor forma de perceber a sua história e a paisagem que o rodeia.

 


Estado do monumento atualizado diariamente em welcome-to.pt/castelo-de-almourol-aberto-ou-fechado

Castelo de Almourol – Aberto

O rio Tejo baixou. A natureza abrandou. E o castelo – esse guardião de pedra que nenhuma tempestade conseguiu dobrar em oito séculos – está novamente de portas abertas para o mundo.

O Castelo de Almourol está aberto em 2026

Não é só uma reabertura. É um regresso. É a prova, mais uma vez, de que há coisas que o tempo não consegue destruir, que as águas não conseguem engolir, e que a história teima em proteger mesmo quando a natureza faz o seu pior.

Castelo de Almourol aberto 2026

O Que o Tejo Fez em Fevereiro Ainda na Memória

Para perceber o peso deste momento, há que recordar o que aconteceu. Fevereiro de 2026 foi brutal. As depressões Kristin, Leonardo e Marta chegaram uma atrás da outra sem dar descanso ao país, sem dar tempo aos solos para respirar, sem dar hipótese às barragens de gerir o que estava a cair do céu.

E quando o caudal do Tejo chegou a 7.839 metros cúbicos por segundo em Almourol – um número que ainda hoje é difícil de imaginar na sua dimensão real – o rio transformou-se em algo diferente. Já não era o Tejo sereno que toda a gente conhece. Era uma força. Era um aviso. Era a natureza a lembrar, com toda a brutalidade que consegue reunir, que o rio tem as suas próprias regras.

Muitos dos cais de embarque ficaram danificados. O Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha ficou submerso. Constância e a sua praia fluvial do Zêzere tal como vários campos ribeirinhos que fazem parte da paisagem desta região desde sempre – tudo debaixo de um Tejo que não pedia licença a ninguém.

E o castelo ficou sozinho. Isolado na sua ilhota, rodeado por um rio em fúria, sem que ninguém conseguisse chegar até lá. Imponente. Silencioso mas intacto.

O Castelo Resistiu — Como Sempre

Há qualquer coisa de profundamente emocionante em perceber que o Castelo de Almourol nunca esteve em perigo. Não porque as cheias não fossem sérias. Não porque o Tejo não fosse assustador. Mas porque Gualdim Pais, quando escolheu aquela ilhota rochosa no meio do rio para construir o que seria um dos castelos mais extraordinários de Portugal, sabia exatamente o que estava a fazer.

Desde 1171. Oito séculos e meio. Inúmeras cheias, inúmeras tempestades, inúmeras noites em que o Tejo subiu e rugiu e fez o que os rios fazem quando lhes damos razão para isso. E o castelo sempre ali. Sempre em cima da mesma rocha. Sempre a olhar para o mesmo rio.

Desta vez não foi diferente. O mundo à sua volta ficou submerso – mas ele ficou de pé.

Ilha de Almourol

Cheias de 2026 – O Tejo Engoliu o Castelo de Almourol

E Agora o Rio Voltou ao Seu Lugar

Há algo quase cinematográfico em ver o Tejo depois de uma cheia assim. A água baixou. A paisagem reapareceu. E o castelo que nunca saiu do sítio, mas que por semanas pareceu inalcançável, suspendido no meio de um rio que não queria ser atravessado, voltou a ser o castelo que toda a gente conhece.

Aquele reflexo na água parada. Aquela silhueta de torres e muralhas contra o céu do Ribatejo. Aquela sensação, quando o barco sobe o rio Tejo e aproxima da ilha e as pedras do século XII se tornam reais e gigantes à sua frente, de que há coisas no mundo que simplesmente não mudam.

Porque Visitar Agora É Uma Experiência Diferente de Tudo o Resto

Há uma janela de tempo em que visitar Almourol em 2026 vai ser uma experiência carregada de uma emoção que os dias normais não têm. O Tejo que se vê do topo da torre de menagem  ainda guarda a memória do que foi. A paisagem ribeirinha ainda está a recuperar. E há qualquer coisa de muito poderoso em estar ali, no alto das muralhas templárias, a olhar para um rio que há poucas semanas era impossível de atravessar.

Além disso a primavera está a chegar. A luz de março em Almourol, aquela luz dourada do final da tarde que bate nas pedras velhas e faz o rio brilhar como não brilha em mais lado nenhum, é uma das coisas mais bonitas que esta região tem para oferecer. O pôr do sol visto do castelo não é uma daquelas experiências que se descreve bem com palavras. É o tipo de coisa que acontece dentro das pessoas e fica lá para sempre.

Venha agora. Venha enquanto o rio ainda conta a história do que foi.

 


Informações Para Não Perder Mais Um Dia

Horário de Inverno (até fevereiro): 10h00 – 17h30, todos os dias Horário de Verão (março a setembro): 10h00 – 18h30, todos os dias

A visita é feita com o passeio de barco e a visita ao interior do Castelo de Almourol – marcação obrigatória – a partir do cais de embarque em Tancos. Dura cerca de 1h45 e o bilhete custa 10€ por pessoa. Animais de estimação não são permitidos.

🌐 welcome-to.pt/castelo-de-almourol 📞 +351 927 228 354 📧 posto.turismo@welcome-to.pt

 


Estado do monumento atualizado diariamente em welcome-to.pt/castelo-de-almourol-aberto-ou-fechado

Cheias de 2026 – O Tejo Engoliu o Castelo de Almourol

Cheias de 2026 – O Tejo Engoliu o Castelo de Almourol

Publicado em 26 de Fevereiro de 2026 | Vila Nova da Barquinha – Situação actualizada diariamente em https://welcome-to.pt/castelo-de-almourol-aberto-ou-fechado/.

O cais de acesso ao Castelo de Almourol foi rio abaixo. Não é metáfora. A água do Tejo simplesmente cobriu tudo — o estacionamento, as ruas ribeirinhas, os parques. E o Município de Vila Nova da Barquinha fechou o acesso ao castelo ao público. Um dos monumentos medievais mais icónicos de Portugal, plantado na sua ilhota no meio do rio, rodeado não pelo Tejo habitual mas por um Tejo que não pedia licença para nada.

Isto aconteceu em fevereiro de 2026, quando as depressões Kristin, Leonardo e Marta se combinaram numa espécie de cocktail atmosférico particularmente mau. Portugal ficou encharcado. Os solos saturaram. As barragens encheram. E o Tejo, que já foi guardado por um castelo templário, desta vez não havia castelo que o travasse.

Cheias no rio Tejo - Castelo de Almourol 2026

Os Números que Fazem Impressão

Às 10h00 de um dos dias mais tensos da crise, as barragens a montante estavam a debitar o seguinte: Castelo de Bode com 600 m³/s, Pracana com 1.025 m³/s, e Fratel com assombrosos 5.800 m³/s. Somado tudo, o caudal acumulado em Almourol chegou a 7.414 metros cúbicos por segundo. Para ter uma ideia do que isso significa — porque um metro cúbico por segundo é já muita água — imagine uma piscina olímpica cheia a cada 3 segundos, a passar pelo mesmo ponto. Agora multiplica por 7.414.

No dia seguinte, ainda pior: 7.839 m³/s registados às 11h00 na estação de Almourol. A Fratel sozinha estava a dar 4.611 m³/s, com Castelo de Bode a contribuir com 880 m³/s e Pracana com 300 m³/s — um total de 5.790 m³/s só das barragens. Os restantes cerca de 2.000 m³/s vinham das ribeiras da região, que também não aguentavam mais chuva nos solos já completamente encharcados.

E o pico? Registou-se em Abrantes: 8.000 m³/s. Mas em Almourol chegou-se muito perto.

Fenómeno Centenário 

Há um detalhe que o presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Santarém, Manuel Jorge Valamatos, não escondeu: a surpresa. “Só às 05h00 tivemos informação de que as descargas das barragens a montante duplicaram.” Até à madrugada, as previsões apontavam para um acumulado de 3.500 m³/s em Almourol. Acordaram com o dobro. O cenário mudou durante a noite, drasticamente, e quando a população acordou, grande parte das zonas ribeirinhas já estava debaixo de água.

Isto é importante perceber. Não foi um processo lento e previsível. As barragens, quando atingem a sua capacidade, têm de fazer descargas. É procedimento normal – ou a água sai controlada, ou sai de outra maneira menos controlada. A questão é que quando várias barragens abertas ao longo do mesmo rio disparam descargas ao mesmo tempo, o efeito cumulativo a jusante é muito maior do que qualquer uma delas individualmente. Fratel, Pracana, Castelo de Bode — todas a debitar juntas, com as ribeiras ainda por cima a contribuir, foi demais para o Tejo absorver sem consequências para as margens.

O alerta vermelho foi declarado. O nível mais elevado de uma escala de quatro — “risco extremo de cheias significativas”, com mobilização imediata de meios de proteção civil e do Exército Português.

E Tudo o Tejo Deixou Submerso – Almourol e Arredores

A lista é longa e dói um bocado de ler. Só em Vila Nova da Barquinha: o Cais do Almourol submerso, o Cais de Tancos submerso, o Parque Ribeirinho inundado, a Rua do Tejo cortada, a Rua da Barca e a Rua do Sal em risco. O Barquinha Parque ficou totalmente inundado e interdito ao público.

Em Constância: o parque de estacionamento ribeirinho coberto de água, a Rua do Tejo submersa, a Estrada do Campo inacessível, toda a zona ribeirinha da vila debaixo de água, e até a Praça Alexandre Herculano submersa. Em Entroncamento, a Estrada Municipal 1179 desapareceu debaixo do rio. Em Torres Novas, a EM 570 em direção à Golegã ficou cortada.

Não foram só estradas e parques. O cais da Hidráulica e o próprio cais do Castelo de Almourol foram, segundo o presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha, Manuel Mourato, “arrastados pela corrente”. O cais de Tancos ficou com danos estruturais, deslocado da posição original. No parque ribeirinho havia equipamentos infantis destruídos, gradeamentos e mobiliário danificados. Árvores derrubadas por todo o concelho. Infiltrações na Igreja da Misericórdia, no Centro Cultural de Tancos, na Igreja local. O autarca foi direto: “Sofremos aqui um dois em um: primeiro a tempestade, sobretudo a Kristin, e logo depois as cheias.”

Cheias no Castelo de Almourol 2026

O Guardião do Tejo Já Não é Almourol

O Castelo de Almourol é chamado “Guardião do Tejo” nalgumas referências. Durante séculos, o castelo templário construído no século XII olhou para o rio de cima da sua ilhota rochosa. Desta vez, o rio olhou para ele. E foi mais um Gigante da Natureza.

O castelo ficou inacessível ao público não porque estivesse em perigo direto — a ilhota mantém-no acima da linha de água mesmo em cheias graves — mas porque chegar até lá era impossível. O cais de embarque desapareceu. As estradas de acesso ficaram submersas. E a Proteção Civil apelou à população para ficar longe das margens do rio, aviso que toda a gente sabe que nem toda a gente cumpre, mas que desta vez tinha fundamento real e visível.

Ontem, Hoje e Amanhã

Fevereiro de 2026 e as cheias do Tejo têm uma história longa em Portugal. Não é novidade que o rio transborde — já o fez muitas vezes ao longo dos séculos, e há registos históricos de eventos semelhantes ou piores. Mas a frequência e a intensidade importam. E a combinação de barragens cheias, chuva intensa e solos saturados cria uma receita que, quando se junta tudo ao mesmo tempo, ultrapassa rapidamente os limites de qualquer sistema de proteção civil, por mais bem organizado que esteja.

O “Guardião do Tejo” desta vez ficou isolado na sua ilhota, rodeado por um rio que ninguém conseguia atravessar e, literalmente, metia medo. Os cais destruídos vão ser reconstruídos. As estradas vão reabrir – mas vai ficar na memória, pelo menos por um tempo.

 

A normalidade vai demorar a retornar mas quando for – iremos estar aqui para os receber.

 


Informações e Reservas: 📞+351 927 228 354 📧 posto.turismo@welcome-to.pt 🌐 welcome-to.pt/castelo-de-almourol 💶 10€/pessoa | Duração: 1h45

 

Grande Novidade! Castelo de Almourol Aberto Todos os Dias a Partir de 2026

Publicado em 30 de Dezembro de 2025 | Vila Nova da Barquinha

O Tesouro Templário no Coração do Tejo

O Castelo de Almourol é, sem dúvida, um dos monumentos mais emblemáticos de Portugal. Localizado numa ilha idílica no rio Tejo, este castelo templário construído por D. Gualdim Pais em 1171 encanta milhares de visitantes todos os anos. Com as suas nove torres circulares, muralhas imponentes e uma localização de cortar a respiração, Almourol oferece uma viagem no tempo à época dos Cavaleiros Templários. O acesso exclusivo de barco torna cada visita numa experiência única e memorável, combinando história, natureza e aventura num único destino no coração do Ribatejo.

A majestic medieval stone castle perched atop a lush, green rocky islet in the middle of a calm river, under a partly cloudy sky at sunset, with warm golden light illuminating its crenellated towers and walls.

Castelo de Almourol Sem Encerramentos a Partir de 2026

A grande novidade que todos esperavam finalmente chegou! A partir de 1 de janeiro de 2026, o Castelo de Almourol passa a funcionar todos os dias da semana, mesmo durante o horário de inverno. Esta mudança revolucionária elimina o tradicional encerramento às segundas-feiras que vigorava entre outubro e fevereiro, tornando o monumento nacional ainda mais acessível a visitantes nacionais e internacionais.

Esta decisão responde a anos de pedidos por parte de turistas que, frequentemente, planeavam as suas visitas ao Médio Tejo sem saber do encerramento semanal, resultando em desilusões e oportunidades perdidas. Com esta alteração, fins de semana prolongados e pontes de segunda-feira transformam-se em momentos perfeitos para descobrir este tesouro templário.

O novo horário de inverno (1 de outubro a 29 de fevereiro) mantém-se das 10h às 17h30, com última passagem às 17h e pausa para almoço entre as 13h e 14h30, mas agora de terça a domingo E segunda-feira. O horário de verão continua inalterado, funcionando das 10h às 18h30 todos os dias. Os únicos encerramentos do ano serão 1 de janeiro, 24 e 25 de dezembro ou por situações irregulares – pode verificar a situação actualizada diariamente em https://welcome-to.pt/castelo-de-almourol-aberto-ou-fechado/.

Portugal Templar Castle

Planeie Já a Sua Visita

Esta é a altura perfeita para conhecer ou revisitar o Castelo de Almourol! Com disponibilidade todos os dias, organizar a sua escapadinha ao Ribatejo ficou ainda mais fácil. As marcações continuam obrigatórias para garantir a melhor experiência e podem ser feitas através do telemóvel 927 228 354, email posto.turismo@welcome-to.pt ou diretamente em welcome-to.pt/castelo-de-almourol.

Dica Especial: Aproveite esta novidade para planear visitas de segunda-feira, quando tradicionalmente há menos movimento turístico, garantindo uma experiência ainda mais tranquila e intimista no castelo.

Partilhe esta Notícia: Se conhece alguém que sempre quis visitar Almourol mas nunca conseguiu por causa do encerramento às segundas, partilhe esta excelente novidade! O castelo templário mais bonito de Portugal está agora disponível todos os dias para receber visitantes.


Informações e Reservas: 📞 927 228 354 📧 posto.turismo@welcome-to.pt 🌐 welcome-to.pt/castelo-de-almourol 💶 10€/pessoa | Duração: 1h45

 

Tomar acolhe o legado templário e promove o I Encontro da Rota Dos Templários Portugal.

 

Actualização | Programação
Info Info

I Encontro Rota dos Templários Portugal

26 e 27 de novembro de 2025 | Biblioteca António Cartaxo da Fonseca, Tomar

Enquanto coordenador da Rota dos Templários Portugal, o Município de Tomar, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e o Turismo de Portugal, organiza o I Encontro da Rota dos Templários Portugal — dois dias de trabalho, partilha e reflexão dedicados à preservação, interpretação e promoção do património templário no país.

Um encontro para reforçar redes e estratégias

Este primeiro encontro nasce com um objetivo claro: colocar em diálogo agentes culturais, técnicos de turismo, investigadores, autarquias, comunidades locais e operadores turísticos para definir caminhos comuns de valorização deste património singular. Serão partilhadas boas práticas, definidos protocolos de cooperação e discutidas ações conjuntas para potenciar a Rota dos Templários como produto cultural e turístico sustentável.

O que esperar do I Encontro da Rota dos Templários Portugal

O evento promete dois dias repletos de partilha, inspiração e colaboração entre os principais agentes ligados ao património e ao turismo cultural. As sessões plenárias contarão com especialistas em património, conservação e turismo, abordando os desafios e oportunidades na valorização do legado templário.

 Em mesas redondas, serão discutidos temas como a interpretação do território, a promoção internacional e o desenvolvimento de experiências imersivas que ligam o visitante à história. Haverá ainda oficinas práticas e grupos de trabalho, dedicados à criação de roteiros partilhados e produtos turísticos integrados, com base na cooperação entre municípios, entidades e operadores.

O encontro incluirá também a apresentação de projetos-piloto nas áreas de sinalética, comunicação digital e formação local, bem como um espaço de networking institucional e B2B, promovendo sinergias entre autarquias, guias, agentes turísticos e entidades públicas.

Por fim, os participantes poderão participar em visitas técnicas a locais templários de referência nos concelhos envolvidos — uma oportunidade única de conhecer in loco este património histórico e simbólico.

Participar neste encontro é juntar-se a uma rede nacional coordenada, comprometida com o desenvolvimento de um turismo cultural autêntico e sustentável. É uma oportunidade para partilhar conhecimento, aceder a financiamento e formação especializada, e construir parcerias sólidas entre os vários agentes do território.

Mais do que um evento, o I Encontro da Rota dos Templários é um marco na consolidação de uma Rota coesa, competitiva e reconhecida internacionalmente, onde o passado templário inspira o futuro do turismo cultural em Portugal.

26 e 27 de novembro de 2025 | Tomar
Tema: Experiência Turística e Património Templário
Objetivo: Potenciar a visitação qualificada e sustentável aos territórios templários de Portugal, aliando conhecimento, inovação e envolvimento dos parceiros da Rota.


26 de novembro (quarta-feira)

09h00 – Credenciação

09h30 – Sessão de Abertura

  • Presidente da Câmara Municipal de Tomar

  • Vice-Presidente do Turismo Centro de Portugal

10h00 – Painel I: Conhecer o Património Templário
Estabelecer a base histórica e patrimonial que fundamenta a experiência turística.

  • A Herança Templária em Portugal – Joana Lencart (Faculdade de Letras da Universidade do Porto)

  • Convento de Cristo: Um Pilar do Legado Templário em Portugal e o seu Valor Turístico – Andreia Galvão (Diretora do Convento de Cristo)

  • Templários no Alto Douro: O Castelo de Mogadouro – Emanuel Campos (Município de Mogadouro)
    Moderadora: Sílvia Ribau (Turismo Centro de Portugal)
    Debate

11h30 – Pausa para café / Networking

11h45 – Painel II: Interpretação e Mediação
Melhorar a forma como o património é comunicado e vivido.

  • Desenho de itinerários e estruturação da Rota Templários Portugal – Carlos Martins (Opium)

  • Experiências turísticas – João Fiandeiro (Caminhos da História), Jorge Rodrigues (Templar – Rotas e Destinos Turísticos), Teresa Nicolau (Tesouro d’Almourol)
    Moderadora: Teresa Ferreira (Turismo de Portugal)
    Debate

13h00 – Almoço livre

14h30 – Painel III: Inovar na Experiência Turística
Disponibilizar ferramentas para uma experiência imersiva e diferenciadora.

  • Turismo 4.0 | O Caso Prático da Rota dos Templários no Médio Tejo – José de Melo e Faro Lucas (EDIGMA)

  • História Viva: Inovação Turística com a Thomar Honoris – Filipe Pires (Associação Thomar Honoris)

  • Gastronomia histórica: fator de atração e diferenciação – João Gomes (Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra)
    Moderador: Jorge Simões (CIM Médio Tejo)

15h45 – Painel IV: Trabalhar em Rede e Envolver Comunidades
Envolver o território e as pessoas na criação de redes colaborativas.

  • Itinerários Napoleónicos Portugal – Sandra Oliveira (Associação para o Desenvolvimento Turístico e Patrimonial das Invasões Francesas)

  • Rota do Românico – Rosário Machado (Diretora da Rota)

  • Rota dos Templários Portugal – Ana Soares (Município de Tomar)

  • Práticas de acessibilidade: O caso do Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro – Ana Bento (Município da Lourinhã)
    Moderadora: Helena Ribeiro (Turismo de Portugal)
    Debate

17h00 – Degustação comentada de gastronomia medieval (30 minutos)
Com Eduardo Vicente e Luís Gomes (Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra), no âmbito das “Oficinas de Gastronomia Histórica”.

17h30 – Encerramento dos Trabalhos (1.º dia)

  • Miguel Pombeiro (CIM Médio Tejo)

  • Luís Pedro Martins (Presidente do Turismo Porto e Norte – a confirmar)

  • Leonor Picão (Turismo de Portugal)

18h00 – Partida para a Visita Experiência Imersiva: Torre de Dornes
Regresso previsto para as 20h00.

Durante o encontro, na Biblioteca Municipal de Tomar:

  • Mostra de produtos com ligação à temática templária

  • Demonstração de projetos digitais


27 de novembro (quinta-feira)

09h30 – Visitas ao Património Templário do Médio Tejo
(Transporte incluído)

Informações práticas

  • Datas: 26 e 27 de novembro de 2025

  • Local: Biblioteca António Cartaxo da Fonseca, Tomar

  • Organização: Município de Tomar (coordenador da Rota dos Templários Portugal), Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Turismo de Portugal

  • Público: Inscrição prévia recomendada (detalhes de inscrição e programa completo a divulgar em breve pelos canais oficiais do Município de Tomar e da Rota dos Templário

 

Visitar Tomar é mergulhar no coração da história templária de Portugal!

Conhecida como a “Cidade dos Templários”, Tomar convida-te a explorar um legado único, onde o passado se funde com a espiritualidade, a arte e a natureza. 🏰 O imponente Convento de Cristo, classificado como Património Mundial da UNESCO, é o ponto alto da Rota dos Templários, mas há muito mais para descobrir: o Castelo de Almourol, em Vila Nova da Barquinha ou a enigmática Quinta da Cardiga, o Aqueduto dos Pegões, o Nabão que serpenteia pela cidade e o encanto das ruas medievais repletas de história e tradição. 🚶‍♀️☀️ Seja para percorrer trilhos históricos, visitar museus, participar em eventos culturais ou saborear a gastronomia local, Tomar é um destino que combina misticismo, cultura e autenticidade — um verdadeiro convite a viver a magia templária no presente. ⚔️🌿

Fique atento às redes e ao site oficial do Município de Tomar para inscrição, programa detalhado e informações logísticas.
#RotaDosTemplários #Tomar2025 #Património #TurismoCultural

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Guia Prático #1 Rota dos Templários - Grupos de Turismo

Roteiro para agências de turismo

A Ordem dos Templários chegou a Portugal no século XII e deixou marcas profundas no território nacional. Não estamos a falar só de monumentos bonitos. Estamos a falar de fortalezas que defenderam fronteiras, de centros de poder que influenciaram reis, de uma organização militar e religiosa que moldou a própria identidade de Portugal enquanto nação.

Esta rota atravessa dois dos exemplos mais impressionantes dessa presença templária: o Convento de Cristo em Tomar e o Castelo de Almourol. São locais classificados como Património Mundial pela UNESCO — no caso do Convento — e um dos castelos mais fotografados do país — no caso de Almourol. Mas há uma razão para isso que vai além da estética. É uma viagem no tempo e inesquecível para o seu grupo.

Templar knights

Pontos-chave

  • 📍 Localização: Vila Nova da Barquinha – Tomar – Ribatejo, Médio Tejo
  • Duração sugerida: 1 dia (10h00 – 17h30)
  • 👩‍🏫 Destinatários: Grupos de Turistas Organizados, Eventos

Porquê escolher Tomar & Castelo de Almourol para o seu grupo?

O Convento de Cristo, não se vê apenas um edifício. Vê-se camadas de história: a arquitetura templária original, os claustros renascentistas, os azulejos que cobrem paredes inteiras, as gárgulas que parecem vigiar quem passa. A visita guiada de duas horas e meia permite percorrer esses espaços com calma, entender o que cada elemento significa e por que razão este local foi tão importante para a expansão marítima portuguesa.

Almourol foi construído pelos Templários sobre ruínas romanas no século XII. A localização não foi escolhida ao acaso. O Tejo era uma linha defensiva natural contra os mouros que ainda ocupavam grande parte do território a sul. Quem controlava Almourol controlava o rio. Quem controlava o rio controlava o acesso ao interior do país.

Este programa foi pensado para agências de turismo que desejam oferecer uma experiência imersiva e bem estruturada, unindo o legado templário em Tomar e o encanto do Castelo de Almourol.

Cruz Templária de Almourol

Índice

 📅 Programa do Dia –  Exemplo para Agências de Turismo

07:30 — Partida do ponto de embarque (Lisboa / aeroporto / hotel)

  • Receção do grupo pelo guia e breve briefing no autocarro.

  • Apresentação do programa, regras de segurança e sugestão de hashtag oficial para partilha nas redes sociais.

  • Saída cedo para aproveitar a luz da manhã e os melhores horários de visita.

09:30 – 09:45 — Chegada a Tomar — Estacionamento e desembarque

  • Estacionamento em área dedicada a autocarros próxima do centro histórico.

  • Preparação para visita guiada ao Convento de Cristo.

09:45 – 12:15 — Visita ao Convento de Cristo e Centro Histórico

  • Visita guiada de 2h30 com foco nos principais ícones templários: a Charola, os Claustros e a famosa janela manuelina.

  • Estrutura modular da visita:

    • Percurso histórico (60–75 min).
    • Tempo livre para fotografias, loja e WC (30 min).
    • Breve circuito pela vila baixa ou pelo Centro Interpretativo (30–45 min).

👉 Dica: organizar bilhetes combinados ou audioguias para grupos numerosos.

12:30 – 13:45 — Almoço em Tomar

  • Opção A: restaurante tradicional com sala reservada para grupos (55 pax).

  • Opção B: refeições embaladas servidas no autocarro e piquenique no parque ribeirinho.

👉 Recomendação: reservar com antecedência menus fixos para garantir rapidez no serviço (prato, sobremesa e bebida).

14:30 — Partida de Tomar em direção a Tancos/Vila Nova da Barquinha

  • Durante o trajeto, o guia pode enriquecer a viagem com comentários sobre a Linha do Tejo” templária, explicando o sistema defensivo medieval da região.

15:15 — Chegada ao cais de embarque e travessia para Almourol

15:30 – 16:30 — Visita ao Castelo de Almourol

👉 Nota logística: se o grupo comportar mais de 55 pessoas de uma vez, dividir o grupo por turnos é uma solução recorrente, é necessário expor a situação previamente.

17:00 — Regresso ao cais / Paragem em Vila Nova da Barquinha

  • Tempo livre para café, gelados ou pequenas compras de artesanato e lembranças.

18:30 — Retorno a Lisboa

  • Chegada prevista ao ponto de partida.

  • Encerramento da viagem com agradecimento do guia e sugestões de futuras experiências templárias na região.

⚙️ Vantagens do roteiro para agências

  • Planeamento detalhado, com horários ajustáveis conforme o ponto de partida.

  • Estrutura que combina história, gastronomia, cultura e lazer.

  • Soluções práticas de estacionamento e logística adaptadas a grupos grandes.

  • Um produto turístico que garante impacto visual, valor histórico e experiência memorável.

📌 Dica prática

Convém reservar atempadamente com  antecedência para grupos com +20 pessoas. O staff é habituado a receber excursões e tem vasta experiência com grupos organizados.

Reservas | Contactos

D. Gualdim Pais ✠ O Mestre Templário que Moldou Portugal. ✠

Informações sobre a Logística para Agências de Turismo / DMC

 Informação

🚍 Estacionamento autocarro

Tomar: zonas de estacionamento junto ao Convento de Cristo e perto do centro histórico, com acesso fácil para grupos grandes.

Almourol: Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha e Cais Fluvial de Tancos, com espaço para autocarros e desembarque seguro.

🛟 Segurança

Convento de Cristo: percurso adaptado a grupos, com guias certificados a acompanhar.

Almourol: travessia fluvial no rio Tejo em embarcações licenciadas, equipadas com coletes salva-vidas. Acompanhamento por tripulação e guias experientes.

📚 Material pedagógico

Tomar / Convento de Cristo: Ordem de Cristo, Património da Humanidade, arquitetura medieval e renascentista, importância cultural e religiosa.

Almourol: História templária, defesa da “Linha do Tejo”, arquitetura militar medieval.

🍽️ Refeições

Opção 1: restaurantes em Tomar habituados a receber grupos, com menus escolares e vegetarianos.

Opção 2: espaço para piquenique no Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha (ideal após a visita a Almourol).

  
🎓 Acompanhantes com experiência

Visitas guiadas por historiadores, educadores e guias certificados, com experiência comprovada em visitas escolares e culturais, assegurando um equilíbrio entre rigor histórico e uma abordagem acessível aos mais novos.

 

📩 Reservas e Contactos

Convento de Cristo (Tomar)

📅 Segunda a sexta-feira: 9h00–12h30 / 14h00–17h30
☎️ +351 249 315 089
📧 geral.ccristo@museusemonumentos.pt
📞 Apoio ao monumento: +351 249 313 481 / +351 913 491 167
🎓 Departamento Educativo / Visitas Escolares:
De segunda a sexta-feira, 9h00–16h00 (reserva antecipada obrigatória)
☎️ +351 249 322 730

Castelo de Almourol

📞 Linha direta para visitas escolares: +351 927 228 354
📧 visitas@welcome-to.pt
📋 Formulário de reserva disponível (mediante marcação).

👉 Oferta especial: Descontos para grupos de escolas e IPSS. 

🎓 Conclusão

Este tour é um dia denso em conteúdo histórico, visual e cultural. Não é turismo passivo. É uma imersão num período específico da história portuguesa que continua a fascinar quem se interessa por arquitectura medieval, ordens militares ou simplesmente por histórias bem contadas.

Para agências de viagens ou organizadores de grupos, este roteiro oferece previsibilidade. Os horários são ajustáveis conforme o ponto de partida. As soluções logísticas estão pensadas para minimizar tempos mortos e maximizar a experiência. E o produto final — combinação de história, monumentos icónicos e paisagem natural — tem um apelo transversal que funciona tanto para grupos escolares como para turistas seniores ou entusiastas de história.

Organizar uma visita a Tomar & Castelo de Almourol é proporcionar aos alunos uma aula prática de História de Portugal, um dia de convivência fora da rotina e uma experiência segura, educativa e inesquecível.

 

“Um tour criado para todos os entusiastas da história de Portugal e com um valor acrescido para os turistas de se deslumbrarem com os dois locais!”

Filipe Bento, Welcome-to